Ainda tenho moldado no meu corpo a força do teu abraço.
Prestes a senti-lo de novo, a respirarmos o mesmo ar, suspensos num momento eterno de ternura, cumplicidade e nosso.
Aqueles momentos que fazem parar os relógios da vida lá fora, que fazem o sangue borbulhar como borboletas no campo de papoilas ao sol de Maio.
Prestes a agarrar as tuas mãos nas minhas, encostá-las aos corações, num batimento único de um suspiro.
Amo-te Amo-te Amo-te
Três vezes três
Ontem, hoje, amanhã.
És meu e eu tua até acabar o fim das gotas de chuva que limpam as almas e onde escorrem pecados que nunca foram nossos, pois o nosso Amor é alvo de nascença, dá sem receber e espera andando.
Temos caminhando o nosso caminho, e mais uma vez, há pontas que não se soltam.
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