No fundo repousarão, eterno descanso das minhas memórias ante Mulher que me torno, saindo desta concha que me prendeu à serenidade escura das águas inexploradas.
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Serenidade do Mar bravo
As pedras do fundo do mar que são fragmentos do meu coração despedaçado, temo que a revolta das ondas os tenham amaciado e polido de tal forma que nunca mais os conseguirei juntar de novo e ter o meu velho coração de volta.
No fundo repousarão, eterno descanso das minhas memórias ante Mulher que me torno, saindo desta concha que me prendeu à serenidade escura das águas inexploradas.
No fundo repousarão, eterno descanso das minhas memórias ante Mulher que me torno, saindo desta concha que me prendeu à serenidade escura das águas inexploradas.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Baú de mim
"Sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo,
Espécie de acessório ou sobressalente próprio,
Arredores irregulares da minha emoção sincera,
Sou eu aqui em mim, sou eu.
Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou.
Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma.
Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim."
Álvaro de Campos
Espécie de acessório ou sobressalente próprio,
Arredores irregulares da minha emoção sincera,
Sou eu aqui em mim, sou eu.
Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou.
Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma.
Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim."
Álvaro de Campos
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Três dúzias
Três dúzias de brilho, rebeldia, paixão, aventura, coração maior que o mundo!
Venham mais três dúzias iguais às minhas
Cosidas pelo fio invisível do Amor e que não desata com o tempo!
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Amorizade
Sonhei-Te
Em branco da espuma do mar, no branco da matéria dos sonhos,
os sonhos que sei sonharmos a dois, decerto desde sempre.
Os sonhos em que quatro mãos de dois corações escrevem em uníssono um amor que assoma a mais pequena célula de Ser.
Mãos que escrevem o que os corações ditam, melodias encantadas de doçura envoltas em sorrisos perenes, de fios dos tempo entrelaçados em poesia, tecidos através das eras pelas Almas destinadas a brilharem juntas, como uma única estrela das manhãs, poeta, mãe, alvura das letras de amor e ternura.
Um respirar do mesmo ar e será realidade! E o amanhã será livre!
Em branco da espuma do mar, no branco da matéria dos sonhos,
os sonhos que sei sonharmos a dois, decerto desde sempre.
Os sonhos em que quatro mãos de dois corações escrevem em uníssono um amor que assoma a mais pequena célula de Ser.
Mãos que escrevem o que os corações ditam, melodias encantadas de doçura envoltas em sorrisos perenes, de fios dos tempo entrelaçados em poesia, tecidos através das eras pelas Almas destinadas a brilharem juntas, como uma única estrela das manhãs, poeta, mãe, alvura das letras de amor e ternura.
Um respirar do mesmo ar e será realidade! E o amanhã será livre!
Subscrever:
Comentários (Atom)